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FIQUE POR DENTRO DO MERCADO

2019 – O início da retomada das expansões varejistas

28 de novembro de 2018, por Pixograma

Ao final das mais tensas eleições da nossa história, temos enfim eleito um governo de extrema-direita. As ideias de direita estão associadas ao liberalismo econômico. Eles definem o livre mercado como o melhor modelo de sociedade, com uma presença mínima do Estado.

Jair Bolsonaro tem a grande chance de realizar um governo histórico se conseguir levar adiante sua promessa de adotar uma agenda econômica liberal, sem surpresas nem choques. A partir de janeiro, o economista Paulo Guedes, será o superministro da Economia. Sob seu comando estarão os atuais ministérios da Fazenda e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Favorável a uma ampla agenda de privatização das estatais, Guedes coloca como prioridade o fim do déficit fiscal e a redução da dívida pública. A reforma das reformas é a da previdência, a prioridade número 1, mas ele defende também uma simplificação no sistema tributário, por meio de um único imposto federal, a manutenção do tripé econômico, com regime de meta fiscal da inflação, ajuste fiscal, câmbio flutuante e medidas para estimular o empreendedorismo.

Se, nos próximos meses, estas medidas forem tomadas e aprovadas, teremos uma chance excepcional de promover mudanças estruturais na economia brasileira. E isto terá consequências diretas para o varejo e o consumo.

Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o ritmo de crescimento até o fim do ano tem a expectativa de variação do volume de vendas para o varejo em +4,5%. Para 2019, a projeção é de aumento de 5,2%.

Nas últimas semanas, dezenas de varejistas anunciaram seus planos de expansão para 2019. A Havan anunciou, para o ano que vem, R$ 500 milhões em investimentos na construção de 20 novas lojas e na ampliação e automação do Centro de Distribuição. O Grupo Madero, que acabou de acertar a venda de 22% das suas ações por R$ 700 milhões, prevê a inauguração de mais 52 unidades em 2019. Os números incluem os restaurantes Madero, Jerônimo (de apelo mais popular) e Vó Maria Durski, focado em parmegiana. A segunda maior rede de frango frito do mundo, Popeyes Louisiana Kitchen, desembarcou no Brasil com uma meta agressiva de abrir 300 lojas até 2020, com um investimento de R$ 1 bilhão. A Petz, uma das maiores redes de pet shop do país, abrirá, em 2019, 14 novas unidades. A japonesa Daiso inaugurará 14 novas lojas e suas primeiras megastores no Brasil.

Esta pequena amostra revela que, depois de 4 anos assombrosos para o varejo e o consumo, os empresários estão mais confiantes numa recuperação da economia.

E este novo ciclo beneficiará diretamente os shopping centers e o mercado imobiliário comercial. Com a retomada das expansões varejistas, a vacância, que ainda está em patamares altos, principalmente nos shoppings abertos nos últimos anos (2013 a 2017), deverá baixar. Hoje existem 7.000 lojas vagas, de acordo com o Ibope Inteligência. Com os novos ventos soprando, consequentemente, a indústria de shoppings deverá reativar seus projetos de novos empreendimentos e expansões, reativando de vez toda a cadeia do varejo.

As esperanças são grandes no novo governo. Se esta janela de oportunidades for bem aproveitada, poderá ser um passaporte para transformar definitivamente o Brasil num país mais moderno. Torcida não faltará!

*Imagem reprodução

 

Fonte: https://www.mercadoeconsumo.com.br/2018/11/15/2019-o-inicio-da-retomada-das-expansoes-varejistas/?utm_campaign=M%26C+News+-+15%2F11%2F2018&utm_content=P%C3%A1gina+n%C3%A3o+encontrada+%7C+Mercado%26Consumo+%282%29&utm_medium=email&utm_source=EmailMarketing&utm_term=M%26C+News+-+15%2F11%2F2018

 


EM BREVE: Sicoob vai inaugurar agência no MyMall em Matozinhos

23 de julho de 2018, por Pixograma

A agência do Sicoob/Credipel será instalada na unidade do My Mall Street, localizada no bairro São Sebastião, em Matozinhos. Com previsão de inauguração em 60 dias, a agência vai ocupar uma área de 100 m² (o equivalente a duas lojas) do centro comercial.

Segundo João Paulo de Freitas Martins, diretor de negócios do Sicoob/Credipel, foram investidos cerca de R$ 200 mil na unidade, que terá capacidade para atender um público diário de 200 associados para prestação de serviços como seguro, poupança, conta corrente e consórcios.

“Verificamos uma carência no atendimento a serviços financeiros por parte dos bancos instalados em Matozinhos, confirmando que a cidade tem um bom potencial que justificava a instalação de uma unidade do Sicoob. Muitos comerciantes e empresários saiam de lá para buscar nossos serviços em Pedro Leopoldo, por exemplo”, pontua.

João Paulo destaca que o que incentivou a investir em uma unidade no My Mall Street Matozinhos foi a localização. “Quem chegar na cidade vai deparar direto com o Sicoob/Credipel e o visual é muito importante para o nosso negócio. O empreendimento conta, ainda, com uma excelente estrutura física com estacionamento e segurança com monitoramento por câmeras, o que oferece comodidade para quem procurar atendimento na agência”, destaca.

Leonardo Gomes, supervisor comercial da My Mall, explica que, com a abertura da agência do Sicoob/Credipel, o My Mall Street Matozinhos passa a contar com três lojas âncoras em seu espaço, juntamente com a Drogaria Araújo e Lojas Americanas, únicas da cidade.

Reportagem: Ronaldo Araújo – Informações: Interface Comunicação.

fonte:https://pordentrodetudo.com.br/index.php?pag=Noticias&id=4294973184

 


Pesquisa indica que lojas de bairro ganham mais adeptos

3 de abril de 2018, por Pixograma

Preferidas entre os consumidores, as lojas de bairro/vizinhança ganharam mais espaço no último ano, em Belo Horizonte. Em sua segunda edição, a pesquisa sobre locais de compra, realizada pela Fecomércio MG, identificou que mais da metade (54,5%) da população utiliza o comércio local. O percentual é quase o dobro do apurado no ano passado (29,4%). Considerando-se também as pessoas que frequentam esses estabelecimentos eventualmente, o total de adeptos chega a 84,7%. Os shoppings são a opção de compra, mesmo que às vezes, em 60,3% dos casos, e o hipercentro em 53,3%.

O preço das mercadorias é o principal quesito para a definição do lugar, tendo muita influência para 81% dos entrevistados. Qualidade do atendimento e variedade dos produtos, com 78,9% e 74,3%, respectivamente, são outros critérios adotados. A localização é um grande estímulo para 68,7%. “O resultado do estudo sinaliza que a descentralização do comércio – redução da procura pelo hipercentro e aumento do interesse pelas lojas de bairro – está ligada à adaptação dos estabelecimentos de vizinhança, a fim de atender melhor os clientes. Assim, eles passaram a encontrar, também nesses locais, variedade de artigos, com qualidade e preços competitivos. Isso, aliado ao conforto de comprar perto de casa ou do trabalho, atrai ainda mais o consumidor”, avalia a analista de pesquisa da Federação, Elisa Castro.

Sem esse diferencial de comodidade, em função da localização, o hipercentro perdeu frequência de clientes. De acordo com o levantamento, entre 2017 e 2018, o volume de pessoas que compravam sempre na região caiu de 22,1% para 13,2%. Já o costume de consumir produtos e serviços de shoppings permaneceu praticamente estável nesse período, reduzindo de 18,5% para os atuais 17,4%. Além disso, o questionário investigou outros polos comerciais da cidade. Os shoppings populares e o Mercado Central se destacaram, sendo procurados por cerca de 50% dos belo-horizontinos.

*Imagem reprodução

Fonte:http://www.mercadoeconsumo.com.br/2018/04/02/pesquisa-indica-que-lojas-de-bairro-ganham-mais-adeptos/?utm_campaign=mc_news_0204&utm_medium=email&utm_source=RD+Station


Lançamento My Mall Neves.

2 de abril de 2018, por Pixograma

Fonte: Diário do Comércio – BH (MG) ( Economia )


Preços de venda e locação de imóveis comerciais voltam a subir em dezembro, diz Índice FipeZap Comercial.

9 de fevereiro de 2018, por Pixograma

 

O Índice FipeZap Comercial, desenvolvido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em conjunto com o portal ZAP Imóveis, registrou aumento nos preços de venda e locação de imóveis comerciais em dezembro de 2017, após um longo período de declínio. O indicador acompanha o valor médio do metro quadrado de conjuntos e salas comerciais de até 200 m² em quatro municípios brasileiros, com base em anúncios da Internet.

No caso de imóveis à venda, dezembro registrou alta de 0,05%, o primeiro aumento desde junho de 2016, quando subiu 0,08%. Por outro lado, o preço médio da locação de imóveis comerciais mostrou um avanço de 0,10%, a primeira ocorrência positiva desde janeiro de 2015.

Apesar desse resultado, o Índice FipeZap Comercial acumulou em 2017 uma queda nominal de 4,11% e 3,76% nos preços de venda e locação de conjuntos e salas comerciais, respectivamente. Dentre as cidades monitoradas por esse índice, só em Belo Horizonte a variação no preço da venda de imóveis comerciais foi positiva no ano (+1,50%).

O Certificado de Depósito Interbancário (CDI) apresentou uma rentabilidade média de 9,9%, mas os proprietários de imóveis comerciais obtiveram um retorno médio de 1,3%. Em dezembro de 2017, o valor médio do metro quadrado nos municípios monitorados foi de R$ 9,675 no caso de imóveis comerciais à venda e de R$ 41,04, na locação.

O Rio de Janeiro se manteve no topo do ranking de venda, com o preço de venda mais caro por metro quadrado (R$ 10.456), enquanto São Paulo lidera com o maior preço médio de locação (R$ 44,39) e a maior taxa de rentabilidade do aluguel, com retorno anualizado de 5,6%.

Venda
No Rio de Janeiro, que se manteve no topo do ranking de preço de venda, os maiores valores se encontram nos bairros do Leblon (30.416), Ipanema (25.365), Jardim Botânico (24.330), Flamengo (16.226) e Catete (16.109). Já os mais baratos: Campo Grande (5.576), Taquara (5.308), Pilares (5,080), Madureira (4.469) e Pechincha (4.404).

Em São Paulo, os maiores valores foram observados no Alto de Pinheiros (14.175), Itaim (12.967), Pinheiros (12.925) e Jardins (12.411). Entre os menores estão: Jabaquara (7.913), Penha (7.153), Vila Andrade (7.132), Sé (4.100) e República/Santa Efigênia (3.970).

Na capital mineira, o metro quadrado mais caro foi registrado nos bairros de Belverde (10.121), Lourdes (10.047), Santo Agostinho (9.913), Prado (9.746) e Cruzeiro (9.254). Entre os mais baratos estão Sion (7.372), Castelo (7.203), Gutierrez (7.186), Floresta (4.917) e Centro (4.046).

Na cidade de Porto Alegre, os valores mais altos por metro quadrado foram registrados nos bairros Mont’Serrat (13.728), Santana (13. 670), Bela Vista (13.570), Vila Ipiranga (12.318) e Praias de Belas (11.742). Já entre os valores mais baixos estão Cavalhada (4.072), Sarandi (4.054), Centro Histórico (4. 013), São Geraldo (3.913) e Navegantes (3.781).

Locação
São Paulo é a líder no valor das locações, seus principais bairros são Itaim (65,67), Jardins (60,71), Bela Vista (59,36), Paraíso (58,26) e Alto de Pinheiros (57,67). Entre os preços mais baixos estão São Domingos (22,99), Brés-Bresser (21,86), Vila Maria (21,52), Pirituba (21,22) e Artur Alvim (17,75).

No Rio de Janeiro, o Leblon (139,91) se destaca por um valor muito mais alto que o segundo colocado, Ipanema (85,12), seguidos por Jardim Botânico (70,99), Botafogo (69,88) e Flamengo (50,00). Os menores valores estão nos bairros Pechincha (28,01), Centro (27,89), Camorim (27,78), Méier (25,89) e Madureira (24,25)

Em Belo Horizonte, os maiores valores de aluguel estão nos bairros Belverde (45,38), Lourdes (42,97), Santo Agostinho (41,17), Boa Vista (40,00) e Savassi (38,31). Os menores valores: São Pedro (27,49), Padre Eustáqui (24,94), Floresta (21,52), Sagrada Família (20,08) e Centro (19,72).

Por fim, em Porto Alegre os valores mais elevados por metro quadrado foram registrados nos bairros Bela Vista (62,36), Três Figueiras (56,11), Praia de Belas (53,47), Boa Vista (50,84) e Moinho de Ventos (48,10). Os bairros com os menores valores foram São Geraldo (19,12), Hípica (17,47), Navegantes (17,36), Sarandi (16,84) e Nonoai (16,43).

Por Gabriel Gameiro

fonte: http://construcaomercado.pini.com.br/2018/02/precos-de-venda-e-locacao-de-imoveis-comerciais-voltam-a-subir-em-dezembro-diz-indice-fipezap-comercial/


Agilidade, praticidade, rapidez e conveniência: cresce a confiança nos street malls

2 de janeiro de 2018, por Pixograma

Que venha 2018

Mudança de hábito do consumidor, possível recuperação da economia e queda dos juros são os principais motivos apontados para a melhoria no segmento

A My Mall já tem nove empreendimentos e está desenvolvendo outros seis novos projetos na capital e na Grande BH - My Mall/Divulgação
A My Mall já tem nove empreendimentos e está desenvolvendo outros seis novos projetos na capital e na Grande BH

A crise política e econômica que tem assombrado o Brasil nos últimos anos impactou diversos setores no país. Um dos segmentos mais prejudicados foi o varejo, devido à redução do acesso ao crédito e diminuição do poder de compra do consumidor. Empresas que precisaram reduzir os custos para sobreviver à turbulência estão procurando formas de aumentar o faturamento. Uma das alternativas que vem crescendo e se apresentando como solução são os street malls, centros comerciais localizados em regiões com alta densidade populacional e mix de lojas que oferecem conveniência ao consumidor.

De acordo com Evandro Veiga Negrão de Lima Jr., presidente da My Mall, que atua há cerca de cinco anos na incorporação, administração e operação de empreendimentos desse segmento, os street malls atraem os clientes devido à facilidade em fazer compras em comparação aos grandes shopping centers. “Agilidade, praticidade, rapidez e conveniência. Esse é o diferencial dos street malls em relação aos shoppings. Você consegue fazer uma compra de forma bem mais rápida”, avalia.

Com um custo operacional vantajoso, os street malls atraem os clientes. É o que explica o presidente da My Mall. “As lojas se vendem sozinhas para o consumidor. Não é necessário algum tipo de evento para atrair atenção para a loja, ela já é vista de longe. Sem contar a vantagem de oferecer um conjunto de serviços necessários em uma região em um empreendimento aberto, sem o peso de arcar com altos custos mensais.”

O executivo explica que o investimento em um street mall é seguro, embora tenha retorno em longo prazo. “Investir em lojas de rua organizadas é bem mais interessante frente a uma loja isolada, pois, mesmo em épocas de crise, quando o comércio tende a ter um desempenho mais fraco, a ocupação dos street malls de qualidade costuma se manter. Esses centros comerciais normalmente têm um público fiel, geralmente composto pelos moradores do entorno já habituados a resolver demandas do dia a dia ali”, afirma Evandro Negrão de Lima Jr.

Neste ano, os resultados foram positivos para a My Mall, o que comprova que investir nesse novo segmento é uma alternativa que tem dado certo. A incorporadora finalizou um empreendimento na Região da Pampulha, que totaliza cerca de 1.500 metros quadrados (m²) de área bruta locável (ABL), o nono da empresa. “Conseguimos manter altas taxas de ocupação e inauguramos, em dezembro, nosso quarto locatário no segmento de academia, sendo a primeira da rede Smart Fit, uma das cinco maiores redes do mundo, na nossa unidade Pampulha. Além disso, estamos desenvolvendo seis novos projetos, localizados em Betim, Ribeirão das Neves e nos bairros da capital mineira Jardim Vitória, Ouro Preto, Palmares e Buritis”, destaca.

“Agilidade, praticidade, rapidez e conveniência. esse é o diferencial dos street malls em relação aos shoppings. Você consegue fazer uma compra de forma bem mais rápida” – Evandro Veiga Negrão de Lima Jr., presidente da My Mall

Já para 2018, as expectativas são positivas. O empresário acredita que, com a queda dos juros – que atingiu o menor patamar da série histórica, em 7% ao ano, podendo cair ainda mais em 2018 – aliada à mudança de hábito das pessoas, que cada vez mais buscam praticidade, agilidade e conveniência, em linha com a concorrência dos grandes shopping centers e o comércio eletrônico, o setor continuará a crescer e segue com otimismo em relação a 2018.

“O ano foi bem difícil para a economia e para a maioria dos setores, porém os street (ou strip) malls performaram bem. Em termos macro, o PIB acumula queda de praticamente 10% nos últimos três anos, mas agora parou de cair e começou a apresentar uma leve alta depois de algumas medidas corretas do governo”, destaca o empresário, que cita a necessidade de sensibilizar os deputados e senadores para o crescimento. “A reforma da Previdência é fator chave para sustentar esse movimento de recuperação”, acrescenta.

LANÇAMENTOS

A empresa prevê lançar três empreendimentos, que demandarão aproximadamente R$ 30 milhões de investimentos: dois na capital e um em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). A previsão é de que os três empreendimentos, juntos, gerem aproximadamente 500 empregos, e, em operação, outros 200 postos de trabalho.

Um dos empreendimentos é o My Mall Power Parque Real, que será construído no Bairro Jardim Vitória, na Região Nordeste de Belo Horizonte. Com quase 3 mil apartamentos entregues, terá aproximadamente 5 mil metros quadrados de ABL na sua primeira fase, lojas destinadas ao setor de alimentação, comércio e serviços e um grande supermercado como âncora. Outra unidade será o My Mall Street Ouro Preto, que será erguido na Avenida Fleming, no Bairro Ouro Preto, na Região da Pampulha. O empreendimento terá 2.385 m² de área bruta locável, três lojas âncoras e oito lojas satélites.

A My Mall vai investir outros R$ 10 milhões, considerando terreno e obras civis, em um street mall em Ribeirão das Neves (RMBH). O empreendimento contará com ABL de aproximadamente 2,7 mil m², 23 lojas satélites e posto de gasolina. A previsão é de que os empreendimentos sejam inaugurados no fim de 2018.

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/app/noticia/noticias/2017/12/30/interna_noticias,50055/agilidade-praticidade-rapidez-e-conveniencia-cresce-a-confianca-nos.shtml

Por que a América Latina continua construindo shoppings enquanto os EUA estão abandonando o modelo.

14 de dezembro de 2017, por Pixograma

Existem cerca de 1,9 mil shoppings na América Latina. E tudo indica que haverá cada vez mais.

Na última década, o setor cresceu em média cerca de 5% ao ano, o equivalente a 100 empreendimentos novos anualmente, segundo estudo realizado pela consultoria americana Lizan Retail Advisors. O levantamento inclui centros comerciais alugados com mais de 10 mil m².

Apesar de o ritmo de crescimento ter desacelerado neste ano, é na América Latina que o setor vem apresentando seu melhor desempenho na última década.

E, de acordo com o levantamento, o Brasil é o segundo país com mais centros comerciais desse tipo (cerca de 600, segundo o estudo), atrás apenas do México (com cerca de 650).

A Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) prevê a inauguração de quase 30 centros comerciais no país até o fim do ano que vem, sendo a maioria fora dos grandes centros metropolitanos – uma tendência do setor no Brasil.

Ainda segundo a Abrasce, o setor faturou R$ 157,9 bilhões em 2016 no país.

As projeções indicam que o México manterá a liderança até pelo menos 2025, quando deve alcançar a marca de 760 shoppings construídos, segundo estimativas do Grupo de Inteligência de Mercado para a América Latina do Conselho Internacional de Centros Comerciais (ICSC, na sigla em inglês).

A expansão da classe média, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) per capita e o aumento dos investimentos estrangeiros estão entre os fatores que influenciam a multiplicação dos shoppings – modelo comercial que, paradoxalmente, está retrocedendo nos Estados Unidos.

No último ano, calcula-se que tenham sido construídos cerca de 50 shoppings na América Latina – número que, apesar de baixo na comparação com outros anos, não indica uma tendência de queda a longo prazo, segundo estimam analistas de mercado.

“O desenvolvimento de centros comerciais continuará crescendo na América Latina, ainda que a uma taxa menor”, diz à BBC Jorge Lizan, diretor-executivo da Lizan Retail Advisors.

“O México definitivamente sai na dianteira, tanto em número de projetos como na sofisticação deles. Colômbia, Peru e Chile são outros países onde essa indústria segue crescendo. No Brasil, o setor não está crescendo neste momento por conta da recessão econômica, mas os empreendedores estão focados em estabilizar e consolidar seus portfólios”, explica.

Em relação à Argentina, Lizan acredita que o país “sairá da crise nos próximos dois anos e começará a desenvolver novos projetos de centros comerciais”.

Na contramão dos EUA

Segundo o Banco Mundial, a classe média latino-americana cresceu vertiginosamente na última década, o que permitiu maior segurança financeira a milhões de pessoas, assim como mais acesso a crédito, estimulando progressivamente o consumo interno. No Brasil, esse crescimento foi interrompido pela crise dos últimos anos.

“Quando a classe média dos Estados Unidos cresceu, entre 1945 e 2005, isso se refletiu na compra de carros e na construção de shoppings. A versão latino-americana segue um roteiro parecido”, afirmou o pesquisador urbanístico Nolan Gary em artigo publicado recentemente no site CityLab.

Dado que o varejo enfrenta dificuldades nos Estados Unidos ante o aumento do comércio online e o estancamento dos salários desde 2008, as redes de shopping, os empreendedores e investidores americanos têm muitos motivos para buscar oportunidades no sul (do continente).

Ainda que as compras online também tenham decolado na América Latina, a modalidade cresce em velocidade bem menor do que nos Estados Unidos, e por diferentes razões – em alguns locais, por exemplo, o sistema de entrega não é fácil ou eficiente.

Para Lizan, outra diferença é que existe uma escassez de espaços públicos seguros destinados a lazer e compras na América Latina. Segundo ele, isso faz com que os shoppings sejam uma alternativa – ainda que muita gente torça o nariz para a ideia, uma vez que o lazer no shopping está instrinsicamente ligado ao consumismo.

A ‘morte do shopping’

A questão da “morte dos shoppings” nos Estados Unidos é recorrente na imprensa local. Dezenas de centros comerciais fecharam as portas na última década, e estima-se que um quarto dos 1.100 “malls” existentes no país podem ser extintos nos próximos anos.

A estratégia de parte dos empreendimentos locais que se mantêm abertos é ampliar a oferta de experiências aos clientes, em vez de oferecer apenas opções de compras.

E quanto ao resto do mundo? No Oriente Médio e na Ásia, registra-se um crescimento significativo dos shoppings, assim como em alguns países europeus.

“O problema é que nos Estados Unidos houve um boom de construções de shoppings entre as décadas de 1960 e 1990. Foram construídos mais metros quadrados de varejistas do que o necessário”, argumenta Lizan.

“Por isso, fala-se hoje de um ajuste, que é agravado pelas vendas online, pela Amazon e pelas mudanças nos hábitos (do consumidor).”

A dúvida, agora, é se os shoppings vão conseguir se adaptar à concorrência online e como a geração atual de milennials responderá às ofertas do mercado.

http://conteudo.imguol.com.br/c/noticias/3a/2016/10/31/compras-compulsivas-oniomania-impulso-compras-economia-gastos-excessivos-viciado-em-compras-1477940314925_956x500.jpg

Você tem autocontrole e compra só o que precisa e o que está dentro do planejamento? Ou volta para casa sempre cheio de coisas inúteis, só porque estavam em oferta ou porque “você merece”? Qualquer pessoa está sujeita a gastos não planejados, mas é preciso ficar atento para isso não virar um hábito. Faça o teste e descubra se você está se deixando levar por compras compulsivas e veja dicas para mudar isso

Fonte: SPC Brasil

Fonte: https://economia.uol.com.br/noticias/bbc/2017/12/10/por-que-a-america-latina-continua-construindo-shoppings-enquanto-os-eua-estao-abandonando-o-modelo.htm


STREET MALLS Investimentos promissores

8 de novembro de 2017, por Pixograma

 

Interface Comunicação/Divulgação

Street malls crescem em Minas Gerais com a proposta de aliar o varejo de rua com os benefícios e o conforto de um shopping tradicional. De acordo com Evandro Veiga de Lima Jr., presidente da My Mall, que atua há cerca de cinco anos na incorporação, administração e operação de street malls, essa tendência comprova a necessidade de regionalização, fazendo com que os bairros se tornem cada vez mais independentes. “O produto deste século é a conveniência. Assim, esses centros comerciais locais surgem para suprir as necessidades do mundo moderno, com comodidade, praticidade, segurança e conforto. Como resultado, atraem cada mais lojistas e consumidores”, avalia. A My Mall continua prospectando terrenos capazes de abrigar empreendimentos desse tipo. A empresa está investindo R$ 35 milhões na construção de dois street malls em Belo Horizonte e um em Ribeirão das Neves. O My Mall Power Parque Real, planejado pela construtora Emccamp, será erguido no Bairro Jardim Vitória, em Belo Horizonte. Com cerca de 3 mil apartamentos, terá aproximadamente 8,5 mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL), oito lojas destinadas ao setor de alimentação e 10 lojas satélites. Haverá, ainda, três megalojas e 311 vagas de garagem.

 

Fonte: https://opopular.lugarcerto.com.br/app/noticia/noticias/603,62,601,62/2017/10/29/interna_noticias,49967/por-dentro-do-mercado.shtml


Varejo popular comemora retomada

21 de setembro de 2017, por Pixograma

As redes de varejo com foco nas classes C e D comemoram aumento no faturamento e perspectivas positivas com a retomada no consumo das famílias, que também sustenta a reação inicial do Produto Interno Bruto (PIB). A expectativa é que o nível de consumo das famílias volte ao patamar de 2014 – fim da “era de ouro” do varejo – até 2019. De acordo com dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), as vendas do segmento de calçados e vestuário, por exemplo, indicam que no ano, até julho, houve crescimento de 7,1%. Já o comércio em geral avançou menos no mesmo período: 1,1%.

Um exemplo é o Mercadão dos Óculos, rede de óticas criada em 2012 que vende armações de grau e solares com preços até 60% abaixo dos praticados no mercado. Os valores encontrados nas unidades da rede variam de R$ 19,90 e R$ 239,90. Agora a empresa, que faturou R$ 50 milhões em 2016, aposta em abertura de novas lojas, parceiras com celebridades e no mix de mercadorias com preços acessíveis para continuar a expansão e crescer em 50% o faturamento em 2017.

“A confiança do consumidor mudou em relação às compras. A frequência aumentou e a necessidade de parcelamento está menor. A prioridade agora é a compra à vista”, conta Gustavo de Freitas, diretor executivo do Mercadão dos Óculos, que viu uma alta nas vendas de 13% no primeiro quadrimestre deste ano.  Segundo o executivo, juros em queda, a liberação do FGTS, o recuo da inflação e a recuperação do emprego em alguns segmentos ajudam a impulsionar o movimento no comércio. A esperança aumenta nos últimos meses do ano, por causa das festas tradicionais.

Fonte: Jornal DCI  http://www.mercadoeconsumo.com.br/2017/09/20/varejo-popular-comemora-retomada/?utm_campaign=mc_news_2009&utm_medium=email&utm_source=RD+Station


Investidores apostam em recuperação de imóveis comerciais em SP

27 de julho de 2017, por Pixograma

Lopes Supermercados SA, uma pequena rede de supermercados nos arredores de São Paulo, começou a abrir lojas novamente após três anos diante do cenário econômico desafiador pelo qual passou o país. Enquanto isso na Paulista, o coração da capital financeira do Brasil, a WeWork Cos. abriu seu primeiro escritório compartilhado há três semanas, com cinco mais planejadas até janeiro.

As taxas de vacância para imóveis comerciais de primeira qualidade em São Paulo caíram em setembro pela primeira vez em cinco anos, um declínio que continuou até maio, à medida que as empresas investem em escritórios de melhor qualidade. Investidores de longa data no mercado imobiliário brasileiro soam o alarme: é hora de comprar.

Cerca de 22% dos 2,6 milhões de metros quadrados de espaço de estoque de escritório de alta qualidade em São Paulo estavam vazios em maio, de acordo com o estudo mais recente da consultoria Engebanc. Isso se compara ao recorde de 26% registrado em setembro. A vacância para imóveis industriais e de logística foi de 30% nos subúrbios da cidade em maio, um pouco acima dos 29% no primeiro trimestre, com um novo empreendimento grande na região aumentando a capacidade.

A Brookfield Asset Management Inc., que está no Brasil desde 1899, e a CBRE Group Inc., desde 1979, dizem que o mercado está pronto para uma recuperação, com as empresas aproveitando os aluguéis desvalorizados para melhorar suas instalações. Segundo eles, o “flight to quality” já está acontecendo há um tempo e vai continuar, ajudando na recuperação do mercado.

“Estamos comprando em um vale, com alugueis depreciados, um bem de alta qualidade”, disse o presidente do CBRE Brasil, Walter LM Cardoso, em uma reunião de investidores em junho para celebrar o 10º aniversário do grupo TRX em São Paulo.

A perspectiva de queda nas taxas de juros aumenta o entusiasmo dos investidores. O banco central pode reduzir a Selic, taxa de juros referencial, para 8% até o final do ano, de acordo com a pesquisa Focus mais recente. Isso se compara com um recorde de 14,25% em setembro passado.

Ainda há motivos para ser cauteloso. Os mercados brasileiros permanecem voláteis, e a frágil recuperação do setor imobiliário pode ser facilmente descarrilada por novas turbulências políticas ou outro choque econômico. Roberto Perroni, CEO da Brookfield no Brasil, disse que postergou em seis meses suas expectativas de recuperação econômica devido ao vazamento em maio de gravações envolvendo o presidente Michel Temer em um escândalo de corrupção.

Os experientes investidores advertem que o setor imobiliário exige compromissos de longo prazo. E a melhoria em São Paulo pode não ser suficiente para levantar o resto do país. O Rio de Janeiro, lutando com um estado falido e uma indústria de petróleo ainda fraca, tem uma taxa recorde de 48 por cento de desocupação em seu estoque de escritórios, contra 44 por cento em setembro.

Mas mesmo com esses riscos em mente, algumas empresas estão prontas para expandir. O Lopes, que opera 27 supermercados, aproveitou os alugueis desvalorizados para atualizar seu centro de distribuição em junho. A empresa alugou um armazém de 32 mil metros quadrados no complexo logístico da TRX localizado perto de sua sede em Guarulhos, onde também fica o aeroporto internacional de São Paulo. A mudança mais do que dobrou a capacidade do seu centro, além da melhoria da qualidade das instalações, e permitirá que o Lopes se expanda na próxima década, disse o CEO do varejista, Marcio Barros.

“A crise trouxe os preços para baixo, facilitou a gente conseguir fechar um contrato bem interessante”, disse Barros em uma entrevista por telefone. “Cinco anos atrás, eu não conseguiria nem conversar com a TRX, por uma questão de preço”.

Os planos de investimento de Barros, incluindo o centro de distribuição e três novas lojas este ano, baseiam-se na aposta de que a crise econômica vai arrefecer. Ele espera que os consumidores que migraram para o atacarejo voltarão a comprar em supermercados de vizinhança.

“Não é todo mundo que gosta de comprar no atacarejo. Não é uma compra prazerosa. É uma compra por dever de economia. Meu atendimento, meu sortimento, que o atacarejo não consegue fazer, as pessoas voltarão quando o desemprego e a renda não sejam mais uma preocupação”, disse Barros. “Hoje a população está em pânico”.

A WeWork, que começou a operar em Nova York logo após a crise financeira global em 2008, abriu seu primeiro escritório compartilhado no Brasil, na Avenida Paulista, com 2.000 mesas. A empresa está preparada para abrir cinco novos escritórios, incluindo seis andares – ou até 1.000 mesas – no Vista Faria Lima, um prédio de serviço premium de propriedade e gerenciado pela CBRE no Itaim, bairro da moda para o setor financeiro e tecnológico. A WeWork oferece uma mesa dedicada no prédio por 1.470 reais por mês.

Outros investidores estão se mexendo. A RB Capital, a unidade brasileira da Orix Corp. e a Macquarie Capital estão arrecadando US $ 400 milhões para um novo fundo para investir em logística imobiliária, administrado por Thomaz Camargo, um veterano de 18 anos do setor que trabalhou na CBRE e Equity International Unidade brasileira. As duas empresas planejam contribuir com cerca de 10% do fundo.

Por Fabiola Moura, com a colaboração de Daniel Taub

Fonte: Bloomberg, Economia, 26/07/2017

http://site.cte.com.br/noticias/2017-07-26investidores-apostam-em-recuperacao-de-i/


Em BH, imóvel comercial registra maior valorização

25 de julho de 2017, por Pixograma


O AVANÇO DOS STRIP MALLS NO BRASIL

14 de junho de 2017, por Pixograma

 

Os strip malls crescem no país com a proposta de aliar o que há de melhor no varejo de rua com os benefícios e o conforto de um shopping tradicional

Por Camila Mendonça*

Você está na rua, dirigindo, e lembra que deveria ter passado na padaria, comprado um remédio ou aquele presente para a festinha do dia seguinte. O que parecia banal pode se transformar em um transtorno quando não há nada no caminho. Se não há um shopping center por perto, a solução é parar de loja em loja. É de olho nesse problema que um modelo de negócio tem crescido no país, o de strip malls. Assim como os empreendimentos dos Estados Unidos e da Europa, eles são abertos, têm mix de lojas reduzido, estacionamento amplo e gratuito. Acima de tudo isso, a ideia é estar no meio do caminho do cliente e ser visto.

“É um centro de conveniência, e não necessariamente de compras, onde agregamos atividades sinérgicas, com estacionamento compartilhado. A ideia é que o cliente resolva a vida dele em alguns minutos”, afirma Edson Montemor, sócio da Setter Site Hunting, empresa que trabalha com esse tipo de empreendimento.

Evandro Veiga Negrao de Lima Junior, presidente do My Mall, afirma que este ainda é um conceito novo no Brasil. “Ainda não temos uma grande massa de strip malls nem um padrão definido, mas a origem dele é para ser um empreendimento focado em conveniência, praticidade, segurança, rapidez – são palavras que têm a ver com a função para a qual ele foi criado”, considera.

Para Cristiano Rodrigues, superintendente comercial da BR Stores, esse formato é a junção do que há de melhor dos dois mundos: segurança, estacionamento, limpeza do shopping center e visibilidade da comércio de rua. Geralmente, esse tipo de centro tem formato de “L” ou “U”, é totalmente aberto para a rua e tem mix de lojas mais focado na oferta de serviços e conveniência, como padarias, farmácias, operações de miudezas, como presentes, lavanderia, pequenos mercados e fast-food , ou seja, todo tipo de operação que faz parte do cotidiano do cliente. “Mais de 80% do mix de um empreendimento desse modelo é focado em serviços e conveniência”, explica o executivo da BR Stores.

Segundo Marcos Saad, sócio da MEC Empreendimentos, esse mercado começou a ganhar força no país a partir da década de 90. “A tropicalização do conceito foi buscar enquadrar o mix dentro da restrição imobiliária que os grandes centros têm”, afirma. É por isso que os empreendimentos do modelo no Brasil são menores que os dos Estados Unidos. “As próprias lojas desenvolveram operações menores para compor o mix desses projetos”, diz. “Os strip malls estão predominantemente focados em locais de adensamento e visam atender o público na volta para casa. O modelo atua no conceito one stop shop, em que o consumidor faz várias compras em um curto espaço de tempo”, afirma.

Assim como outros modelos de shopping center, como outlets, temáticos e delifestyle, os centros de conveniência têm uma proposta diferente e não são, portanto, concorrentes dos tradicionais. “Existe o momento de o cliente comprar no shopping e a hora de ir a um strip mall. O primeiro é mais destino, o outro, conveniência”, comenta Lima Junior.

Segundo Montemor, o modelo voltado à conveniência tem área bruta locável (ABL) entre 800 metros quadrados e 3 mil metros quadrados, e não pode ser confundido com galerias. “A galeria é um mini-shopping, que não tem o poder de atração de um empreendimento tradicional e é fechado. Diferente de um strip mall, na galeria você não sabe o que vai encontrar”, diz.


Para o consumidor, conveniência
Uma das grandes sacadas do formato é atender a uma demanda cada vez maior do consumidor por conveniência. Embora os shoppings tradicionais trabalhem para ser o terceiro lugar do frequentador – depois do trabalho e da casa – com oferta de todo tipo de serviço, produto e entretenimento, os strip malls focam, em geral, na oferta de serviços. “É a oportunidade de estar no caminho do consumidor. Atuamos tanto na compra por oportunidade como naquela mais planejada”, afirma Rodrigues.

No primeiro momento, ao ver quais operações estão ali, o consumidor para por oportunidade, para resolver uma demanda urgente. A partir do momento que ele já conhece as marcas presentes no local, começa a planejar a ida. Ainda assim o foco continua sendo o da resolução de alguma demanda de consumo, tanto que o tempo que o cliente fica nesse espaço é curto. “O tempo médio de permanência do consumidor no strip mall é de 45 minutos, bem menor do que fica em um shopping tradicional”, comenta Fernanda Gabriel, superintendente de marketing e comercial da HBR Healty.

Em termos operacionais e de ações para atrair fluxo, a estratégia é bem semelhante nos dois modelos. “Temos um calendário de ações como o de qualquer shopping”, afirma Fernanda. Essas iniciativas, no entanto, levam em conta as diferenças de momentos do cliente. “O frequentador busca o shopping mais à noite e nos fins de semana, e no strip mall esse comportamento se inverte”, explica. No segmento, o pico de fluxo acontece de segunda a sexta-feira, principalmente entre 14h e 20h. “É mais uma compra de oportunidade e de conveniência”, diz. “No dia a dia, o consumidor não tem tempo de entrar em um shopping, então ele vai a um local mais rápido”, complementa Saad, da MEC.

Para o lojista, oportunidade de ser visto
Segundo Rodrigues, da BR Stores, o modelo de strip mall comunica seu mix de maneira diferente. As marcas de um empreendimento desse segmento estão expostas e são vistas por qualquer pessoa que passe pela rua. O público atingido é amplo e muito maior. “Quando você está dentro de um shopping center, está em um corredor específico. Com o strip mal, a exposição até cria um desejo no consumidor de estacionar e entrar na loja”, explica.

Além disso, contam os custos. Por ter uma estrutura mais enxuta e simples, o formato comum nos Estados Unidos pesa menos no bolso dos lojistas. “Nosso aluguel médio é um terço de um aluguel médio de um mall tradicional”, afirma Montemor, da Setter. Em relação ao comércio de rua, o custo é um pouco maior, mas as vantagens da estrutura pesam na conta. Para Rodrigues, cada vez mais os lojistas estão vendo essas vantagens. “Os varejistas estão começando a achar que pagar um pouco mais em relação ao comércio de rua é mais vantajoso”, afirma.

De acordo com Lima Junior, da My Mall, para o lojista o strip mall é uma opção mais segura que a rua. “O empreendimento é mais preparado. Temos vários grupos de lojistas que se adaptaram a esse conceito e preferem se instalar no strip mal”, afirma. “Além disso, é um investimento menor e ele fica menos dependente do sucesso do empreendimento, porque ele está exposto. O risco que ele assume é menor”, avalia.

Mercado em crescimento
Em relação a um shopping tradicional, o investimento para os empreendedores que optam pelo formato strip mall é bem menor, com retornos tão agressivos quanto os de uma grande estrutura. Diferente de um shopping, contudo, as fontes de receita são limitadas: apenas os alugueis das lojas. Ainda assim, de olho em cidades cada vez com menos espaço e pela busca por consumidores que querem conveniência, o modelo tem se tornado alternativa de diversificação de negócios do setor de shopping centers. “Dá para multiplicar em várias vezes o tamanho desse mercado”, afirma Montemor. “Tem espaço para crescer por vários anos”, diz.

Fernanda, da HBR Healty, concorda que é um segmento em crescimento. “Existem empresas que têm uma preferência por strip malls porque é um investimento menor e o tempo de conclusão de produção de projeto é também bem menor. Quase não há vacância e temos visto esse modelo crescendo, se profissionalizando e entregando conforto e conveniência”, afirma.

Para Lima Junior, da My Mall, esse é um formato que já deu certo no Brasil. “É um modelo que faz sentido. É mais barato para o lojista e é mais conveniente para o consumidor que quer tudo mais perto, mais rápido e mais fácil. O strip mall veio para atender a essa demanda”, considera. “É um modelo que está crescendo e vai crescer mais, porque você consegue adaptá-lo em terrenos menores e tem a capacidade de multiplicá-lo”.

 

Strip malls e shopping centers
Os modelos de negócio não são concorrentes porque atendem a necessidades e momentos diferentes do consumidor. Entenda as diferenças:

Proposta de valor
Strip mall
Estar no caminho do consumidor e resolver as necessidades que surgem de imediato. Em geral, é caminho e não destino.

Shopping center
É o terceiro lugar na vida do consumidor. O cliente planeja a ida e fica bem mais tempo – o consumo é consequência. O shopping é destino.

Estrutura
Strip mall
Aberta, térrea, com amplo estacionamento sem cobertura. Aqui, as lojas ficam totalmente visíveis a quem passa na rua.

Shopping center
Grande, com vários andares, estacionamento amplo e coberto. Um shopping center tradicional tem estrutura bem maior que a do strip mall e, por isso, atrai o frequentador por vários motivos e não apenas pela compra.

Mix de lojas
Strip mall
Restrito, focado em serviços e conveniência. São produtos e serviços essenciais como alimentação, mercado, farmácias e padarias, por exemplo.

Shopping center
Tem mix completo e denso, que varia de serviços a produtos, alimentação e entretenimento. Quanto mais diversificado, melhor.

Fonte de receita
Strip mall
Basicamente esse formato rentabiliza o negócio com o aluguel das lojas e merchandising.

Shopping center
As fontes de receita de um shopping tradicional são aluguel, estacionamento, serviços e merchandising.

 

BOX
Uma nova estratégia para um modelo que só cresce
Para atender às demandas das empresas que atuam com os modelos de strip malls, a Abrasce iniciou um trabalho com as principais companhias para estruturar esse segmento e criou a categoria Strip Malls de filiação. “Foi uma demanda vinda deles, a proposta de trabalho dará maior proximidade com o segmento”, explica Sarah Batista, da área de Relacionamento com Associados da Abrasce. A ideia, segundo ela, é conceituar o modelo, e estudar a categoria – para identificar, assim, o tamanho e o potencial desse segmento no Brasil e ajudá-lo a se desenvolver. Ela conta que estão sendo realizadas reuniões mensais, de maneira a contribuir com os empreendedores nos contatos com fornecedores e varejistas. “A proposta é desenvolver melhor esse mercado, dar espaço para o debate dos grupos e colocar o segmento em evidência”, conta. “O modelo veio para fortalecer o setor”, avalia Sarah.

*Matéria publicada na revista Shopping Centers, da Abrasce http://abrasce.com.br/noticia/2659


Empresa especializada investirá R$ 55 milhões em empreendimentos que devem gerar 500 empregos

12 de junho de 2017, por Pixograma

A , empresa especializada na incorporação, administração e operação de street malls, vai investir cerca de R$ 55 milhões na construção de três “shoppings de rua” no Estado: dois na Capital e um em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). A previsão é de que os três empreendimentos, juntos, gerem aproximadamente 500 empregos, e, em operação, outros 200 postos de trabalho.

“Hoje, as pessoas querem praticidade, conveniência e rapidez, tudo isso aliado à segurança. Nos streets malls, o consumidor entra rápido, para na porta da loja e, ali, ele pode resolver uma série de coisas, como lavanderia, supermercado e farmácia. O grande apelo deste modelo de mall é a conveniência, a segurança e a rapidez. É uma forma de otimizar o tempo e os empreendimentos são instalados na mão do caminho de volta para casa, não tirando o consumidor de sua rota”, explicou o presidente da , Evandro Negrão de Lima Junior.

Um dos empreendimentos é o Power Parque Real, que será construído no bairro Jardim Vitória, na região Nordeste de Belo Horizonte. O mall terá aproximadamente 8,5 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL), oito lojas destinadas ao setor de alimentação e dez lojas satélites. Haverá, ainda, três megalojas e 311 vagas de garagem. Entre aquisição do terreno e construção, a previsão é que o investimento chegue a cerca de R$ 20 milhões.

Outra unidade será o Street Ouro Preto, que será erguido na avenida Fleming, no bairro Ouro Preto, na região da Pampulha. O empreendimento terá 2,3 mil metros quadrados de ABL, duas lojas âncoras e dez lojas satélites. Em torno de R$ 25 milhões serão investidos na construção do mall e na compra do terreno.

A vai investir outros R$ 10 milhões, considerando terreno e obras civis, em um street mall em Ribeirão das Neves (RMBH). O empreendimento contará com uma ABL de aproximadamente 2,7 mil metros quadrados, 23 lojas satélites e posto de gasolina.

Alvarás – De acordo com o presidente da , os três empreendimentos ainda dependem dos alvarás de construção das prefeituras municipais onde estão localizados, mas a projeção é que os documentos sejam liberados em torno de seis meses. Com os alvarás em mãos, a construção dos malls devem durar de dez meses a 12 meses.

“Esses centros comerciais normalmente têm um público fiel, composto pelos moradores do entorno, já habituados a resolver demandas do dia a dia ali. No street mall eles encontram estacionamento, segurança e praticidade. Preocupamos muito em termos boa visibilidade para nossos lojistas e em mantermos altos índices de locação, fazendo com que o investimento seja atrativo para ambas as partes. Hoje o índice de locação de nossas lojas é de mais de 94%”, afirmou Negrão Junior.

Link com a reportagem Diário do Comércio


Matozinhos ganha primeira unidade das Lojas Americanas

26 de janeiro de 2017, por Pixograma

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My Mall inaugura novo street mall na Pampulha

, por Pixograma

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My Mall inaugura novo street mall na Pampulha

11 de setembro de 2016, por Pixograma

 

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Avenida Portugal, na Pampulha, ganha street mall de R$18 milhões

, por Pixograma
reportagem


Lojas de bairro ainda são as preferidas da Nova Classe Média

10 de maio de 2016, por Pixograma

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Independente do segmento varejista, seja de alimentação, seja de construção civil, ou seja de vestuário, o consumidor que nos últimos anos ganhou poder de compra e respeito das empresas de modo geral, em sua maioria, opta pelas lojas instaladas no seu próprio bairro.


BLACKSTONE COMPRA FATIA EM GRUPO CHINÊS DE SHOPPINGS POR US$400 MI

, por Pixograma

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HONG KONG, 4 Nov (Reuters) – O Blackstone Group fechou a compra de uma fatia do grupo chinês de shopping centers SCP por cerca de 400 milhões de dólares, afirmou uma fonte com conhecimento direto do negócio, numa transação que marca o maior investimento da empresa norte-americana de private equity em shoppings na Ásia.